sexta-feira, 6 de junho de 2014

Informar ou seja passeios e muito mais...TUR..

O turismo é uma boa fonte de receita para os países 
O turismo é uma boa fonte de receita para os países...
ArtiAs viagens internacionais, há algum tempo, servia apenas a uma restrita parcela da população mundial, aquelas com alto poder aquisitivo, no entanto, atualmente a indústria do turismo tem produzido um volume extraordinário de dinheiro, todos os países têm adotado políticas direcionadas ao turismo.

O turismo se expandiu por vários motivos, mas com certeza o que impulsionou essa atividade foi o desenvolvimento dos transportes (ferroviário, rodoviário, hidroviário, marítimo e aéreo) e da telecomunicação (telefone, internet, celular etc.), pois esses facilitam a comunicação entre as empresas que trabalham nesse ramo. Hoje existe um fluxo internacional grande de turistas que gastam e consomem, incrementando ainda mais a atividade.

O ramo turístico modifica o espaço geográfico, pois para atender o turista é preciso criar infraestrutura e direcionar mão de obra especializada, mas é importante destacar que o turismo exerce uma função importante em cidades turísticas, pois as características e a identidade do lugar são preservadas.

Os países que recebem o maior fluxo de turistas são Estados Unidos e União Europeia.
Os europeus são os que mais realizam viagens turísticas, em seguida os Americanos e Canadenses.

Mas é bom ressaltar que essa é uma realidade vivida por pessoas de classe média e alta, que representam a minoria da população mundial. A maioria, aquelas que têm baixo poder aquisitivo, não tem expectativa de realizar tais viagens.
Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Veja também:
Cidades do Brasil - História, Pontos Turísticos, Hotéis e Restaurantes.
Geografia Geral - Geografia - Brasil Escola
gos - Lazer & Turismo
HISTÓRIA E GEOGRAFIA: COMPARTILHAR CONECIMENTO...

Atividades sobre Eixo Temático II Sociodiversidade das Paisagens e suas Manifestações Espaço- Culturais, Patrimônios Ambientais do Território Brasileiro TÓPICO 7. TURISMO OP- 16 RA-13 Descobrindo as possibilidades de um turismo sustentável no município



Eixo Temático II  Sociodiversidade das Paisagens e suas Manifestações Espaço- Culturais
Tema 2 : Patrimônios Ambientais do Território Brasileiro


Conceituar:- infra-estruturas, patrimônios culturais e ambientais  - diversidade cultural - - lugares turistificados - - educação patrimonial e ambiental - patrimônios natural e cultural
- Programa Nacional de Municipalização do Turismo - Turismo com base local - Cultura turística ecologizada -  Desenvolvimento sustentável –

CONTEÚDO
• Preservação da natureza e do patrimônio cultural.
• Turismo sustentável e insustentável e impactos em nível sociocultural, socioambiental e socioeconômico.


 Relacione: TÓPICO 7. TURISMO
(1) A infra-estrutura para o turismo tem que oferecer...
(2) O turista se interessa pelo patrimônio cultural que...
(3) O turista viaja para conhecer a diversidade cultural que...
(4)Hoje os  lugares são turistificados, quer dizer que...
(5) Hoje se faz necessário a educação patrimonial e ambiental nas escolas porque é...
(6) Programa Nacional de Municipalização do Turismo
(7) Antes de fazer turismo é preciso ter uma Cultura turística ecologizada, isto é...
(8) O turismo também deve ter um Desenvolvimento sustentável isto é..
(9) O turista deve proteger o patrimônio ambiental, por que...
(   ) começou em 2002 com o objetivo de conscientizar da importância do turismo como fator de desenvolvimento socioeconômico e para dar condições de gerenciamento e implementação das ações que nortearam o turismo municipal, usando os Conselhos Municipais de Turismo e pessoas da comunidade para o desenvolvimento do turismo local.
(   ) conhecer previamente a geografia e a história do seu destino turístico. Assim, a viagem será mais proveitosa no sentido de ampliar esses conhecimentos e de compreender e respeitar a diversidade cultural e o ambiente dos povos dos lugares visitados, aprendendo  a se comportar como hóspede.  Ter cultura turística ecologizada  é uma das formas de prevenir os impactos ambientais negativos. É, portanto, proteção ambiental.
(   ) é o conjunto de todos os bens, materiais ou imateriais, que, é preservado porque é importante para  identidade 
(   ) necessário conhecer para ter consciência da preservação do meio ambiente em todo o planeta como condição indispensável para a garantia de sobrevivência humana e dos demais seres vivos. Isso significa educação   patrimonial: conhecer para preservar.
(   ) por causa da cultura do consumo está aumentando a produção de lugares turísticos,pois o turismo hoje, além de diversão, gera renda e emprego.
(   ) saneamento, segurança, equipamentos de hospedagem, lazer, alimentação, meios de comunicações e transportes, artesanato, recursos humanos, comércio.
(   ) um bem natural que, dado seu valor em termos de biodiversidade, valor econômico ou paisagístico, merece ser protegido pela sociedade.
(   ) um desenvolvimento que satisfaz as necessidades da geração atual, sem comprometer as gerações futuras de satisfazerem as suas. Significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, tenham desenvolvimento social, econômico, humano e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e habitats naturais.
(   ) são diferenças culturais que existem entre os seres humanos, tais como: a linguagem,  dançasvestuário, crenças, e outras tradições como a organização da sociedade.
da cultura de um povo.
Respostas 6, 7, 2, 4, 1, 9, 8, 3

Objetos antigos: Porque são tão atraentes?
Móveis, relógios, quadros, rádios e outros objetos usados na época dos nossos avós, bisavós e tataravôs parecem ser dotados por uma inexplicável magia. É cada vez mais evidente a paixão de muitas pessoas pelas antiguidades.

Muitas pessoas relacionam um objeto antigo à época na qual ele foi produzido e usado, atribuindo a eles a missão trazer a tona momentos marcantes, como cenas da infância e lembranças de amigos e familiares. Trata-se de uma forma de resgatar a memória do passado.

Para outras, os objetos antigos são vistos como peças decorativas carregadas de estilo. É comum, hoje em dia, a mistura de objetos em composições decorativas que misturam peças antigas e contemporâneas, criando ambientes encantadores.

Não é a toa que os objetos antigos tornaram-se, inclusive, atrações turísticas: as feiras de artesanatos e antiguidades estão sempre repletas de pessoas. Além disso, muitos empresários costumam utilizar os objetos antigos para atrair a sua clientela. É o que pode ser observado em muitos bares e restaurantes, transformados, muitas vezes, em pequenos museus.

Possuir um objeto antigo é também uma forma de ter em casa ou onde que seja algo que, dificilmente, outra pessoa terá igual. Certamente, os apaixonados por antiguidades concordam.


Os Monitores da Alegria 
Equipe de Recreação é atração à parte em Hotéis Fazenda.
Paisagem exuberante, conforto e contato com a natureza são pré-requisitos de alta relevância para quem deseja passar com a família dias de lazer e tranqüilidade em um Hotel Fazenda.
A estrutura física do local também deve ser cuidadosamente avaliada: é fundamental que haja espaço suficiente para momentos tão preciosos.
Agora, o que não deve faltar em hipótese alguma é muita diversão, principalmente para crianças e adolescentes cheios de energia para aproveitar cada segundo.
Na maioria dos Hotéis Fazenda, a missão de garantir a alegria da garotada é atribuída à equipe de recreação. Geralmente ela é formada por um grupo de jovens. São universitários e graduados das áreas de Educação Física, Artes, Hotelaria e Turismo.
Todos com características em comum: criatividade para inventar brincadeiras e dinâmicas inusitadas; disposição para passar o dia e, muitas vezes, a noite por conta da criançada; e muita responsabilidade também. Afinal, enquanto os filhos se divertem, os pais devem ficar longe das preocupações.
Mais do que habilidosos animadores, os monitores da equipe de recreação são verdadeiros educadores. São eles os encarregados pela preservação da natureza do local. Entre uma gincana e outra, também incluem mensagens de amizade, respeito e carinho pelo próximo. 
Equipe do Hotel Fazenda & Golf Solar das Andorinhas - 15/02/2007 
ATENÇÃO
Para divulgar este artigo, mencione a autoria da seguinte forma:
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas

http://www.hotelfazendasolardasandorinhas.com/artigos_lazer_e_turismo.asp

Artigos - Lazer & Turismo
Natal no Hotel Fazenda é tudo de bom!
As previsões climáticas para o mês de Dezembro prometem mudanças extraordinárias! Tudo indica que teremos predominância de amor e carinho em todo o território nacional. Os mapas também prevêem fortes abraços e uma alta intensidade de alegria e paz! Não poderia ser diferente! É o mês de Natal!
É hora de reunir a família, os amigos, os colegas do trabalho ou da sala de aula e fazer o sorteio do amigo secreto. Ninguém pode faltar! Logo todos vão se encontrar na confraternização de fim de ano e você terá a oportunidade de presentear o seu amigo oculto, não apenas com um presente, mas com sinceros votos de “muitas felicidades”.
As ruas, as árvores, as fachadas das lojas, das casas, dos prédios, tudo ganhou um colorido diferente: luzes que piscam, que giram, que transmitem mensagens.
O clima esquenta. Também, o que não falta é calor humano. Por toda parte há mais sorriso, mais amizade, mais respeito, mais união entre as pessoas. Essa é a época em que amizades são feitas, laços são reatados, distâncias são diminuídas.
Você já percebeu que o mês do Natal multiplica o número de coisas boas que ouvimos, dizemos e pensamos todos os dias?
Eis que chega o dia 24! Onde vai ser a ceia? Com quem vamos passar a Noite de Natal! Reunir a família é indiscutivelmente a melhor pedida.
Hoje em dia, muita gente que não abre mão de aproveitar cada segunda da Ceia de Natal prefere reunir toda a família em ambientes que oferecem serviço de restaurante. Assim, não é preciso se preocupar com o pernil, a farofa, a sobremesa e tantos outros detalhes.
Entre as diversas opções, uma das mais cotadas é o Hotel Fazenda. Não é pra menos. Além das deliciosas festas de natal que oferecem, esses lugares proporcionam momentos lazer, descanso e muita diversão para toda a família!
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas - 22/11/2006 


FÉRIAS, VERÃO E MUITA CURTIÇÃO!!!
Acordar cedo? Só se for para aproveitar ao máximo cada instante de um dia de férias. Nada de trabalho, nada de tarefas, nada trânsito, pressões ou preocupações. Nas férias de verão, o seu único compromisso deve ser presentear você e sua família com momentos de intensa alegria e descontração.O sol está de rachar! A gente fica mais corada, o astral vai lá em cima. À tarde, o céu carregado de nuvens anuncia: vem chuva de verão por aí. O clima fica úmido, o vento bate gostoso, é uma delícia. Disposição é o que não falta para pegar uma piscina – não só de dia, mas à noite também. Hei, não se esqueça do filtro solar!!Comer alimentos leves e tomar bastante líquido – bem gelado, de preferência – faz bem ao corpo e à consciência. Quem não abre mão de se sentir bem diante do espelho aproveita o início da manhã e o cair da tarde para dar uma boa caminhada ou suar pra valer praticando Cooper.Enquanto para alguns a ordem é ficar em forma, outros preferem a lei do relax. Férias é sinônimo de descanso e isso inclui até um pit stop no regime. Sorvete? Todos os dias!!!A verdade é que cada um escolhe a maneira mais agradável de curtir as férias. Se você ainda não escolheu a sua, aí vai uma sugestão: dê preferência à alternativa que proporcione a você momentos de tranqüilidade, segurança e muita diversão.
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas - 20/12/2006 


Artigos - Lazer & Turismo
1... 2... 3... 4... 5 dias de muita diversão. Afinal, é carnaval!!! 
Há quem diga que a palavra “carnaval” vem do latim carne levare, cujo significado é “privação de carne”. Muitos historiadores, porém, acreditam que o termo deriva da expressão carne vale, ou seja, “adeus, carne”. Historicamente, a segunda explicação sobre a origem da palavra “carnaval” parece fazer mais sentido.

Isso porque a quarta-feira de cinzas marcava o início do período de 40 dias, durante os quais, os fieis da igreja católica não deveria comer carne, em respeito à memória da via sacra percorrida por Jesus Cristo. Muitos intelectuais consideram, portanto, o carnaval, como o período de festas em que os cristãos se empanturravam de carne, antes de ficarem 40 dias sem ela.

Na verdade a origem desta festa popular ainda é bastante discutida. Muitos acreditam que, há mais de 2000 anos, comemorava-se na Europa a chegada da primavera, que lá acontece em março. Outros defendem a idéia de que o carnaval surgiu nas celebrações da Roma antiga, como as festas libertinas em homenagem aos deuses Baco e Saturno.

No que se refere à história do carnaval, só há uma certeza: o Brasil é o país do carnaval.

A primeira folia carnavalesca realizada no Brasil aconteceu no início do período colonial e recebeu a denominação de entrudo. O entrudo era uma brincadeira que consistia em atirar baldes d'água, balões cheios de vinagre ou groselha, e pós como cal e farinha, com a intenção de molhar ou sujar as pessoas que passavam pelos foliões. Por se tratar de uma brincadeira um tanto quanto violenta, o entrudo foi proibido inúmeras vezes e desapareceu no início do século 20, com a popularização do confete.

Em 1840 foi organizado o primeiro baile de carnaval. Inspirada nos grandes bailes de máscaras europeus, a festa incentivou tornou-se famosa e começou a se multiplicar pelo Brasil a fora. 

Aos poucos o carnaval brasileiro ganhou características regionais. Ainda hoje em dia, em cada região do nosso país há um carnaval diferente. Mas algumas características são comuns a todas as festas, como as folias, as diversões, os bailes, as fantasias e a música.

Alegre e divertido por natureza, o povo brasileiro incorporou a magia do carnaval. Não é a toa que as festas brasileiras atraem pessoas de todo mundo.

Em meio a tanta folia, há que prefira aproveitar os cinco dias do feriado para descansar e passear com a família. Para os adeptos do carnaval longe dos blocos, das passarelas e dos salões, boas opções de lazer e diversão não faltam.
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas - 24/01/2007 
Artigos - Lazer & Turismo
Primavera, tempo bom e feriado
A combinação perfeita!

“Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera”.*
A primavera chegou! As flores desabrocharam, os jardins estão mais alegres, as paisagens ficaram mais coloridas. O friozinho foi embora, os dias estão mais quentes e mais claros. O tempo bom é um convite ao lazer e à diversão!
O verão ainda não chegou, trazendo aquele calorão, mas já dá pra pegar uma piscina. Como os raios solares ainda não estão muito fortes, mesmo assim, o filtro solar é indispensável.
A umidade é maior! As gripes e as viroses nos dão mais sossego. Durante todo o dia o corpo fica mais cheio de disposição e a gente acaba se sentindo mais saudável. Há quem diga que não há época melhor para fazer caminhadas.
A estação mais bonita do ano fica ainda mais gostosa quando chegam os feriados! É hora de aproveitar os dias de folga e a disposição proporcionada pelo clima agradável!
* Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas - 25/10/2006 


Artigos - Lazer & Turismo
12 DE OUTUBRO 
Dia da Criança + Feriado = Muita Diversão!!!
Você já ouviu falar no Deputado Federal Galdino do Valle Filho?
Não se espante, não se trata de nenhuma propaganda política. O deputado Galdino do Valle Filho foi uma pessoa muito importante para a nossa história. Afinal, foi ele que, na década de 1920, teve a iniciativa de dedicar um dia do ano em homenagem às crianças.
Foi assim que em 5 de novembro de 1924 o então presidente Arthur Bernardes assinou o decreto nº 4867 e oficializou o dia 12 de Outubro como o Dia da Criança.
Ainda que oficializada, a data passou a ser comemorada apenas no ano de 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela realizou uma promoção em parceria com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Quem foi criança depois de 1960 agradece.
Outros países também escolheram dias específicos do ano para a comemoração do Dias das Crianças. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez da criançada da China e do Japão comemorar pra valer!
Anos atrás, a ONU (Organização das Nações Unidas) passou a reconhecer o dia 20 de novembro como o dia Universal das Crianças. A escolha da data deve-se ao fato de que neste dia também se comemora a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças, realizada em 1959.
Entre os direitos da criança estão os direitos a saúde, compreensão, a alimentação e carinho, e o direito a recreação. Este último, é claro, deve ser mais do que respeitado no dia 12 de Outubro!  Por isso, a ordem é aproveitar o feriado e “botar pra quebrar”!
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas 21/09/2006 


Artigos - Lazer & Turismo
DIA DOS PAIS
Momento de dizer obrigado
No Brasil o segundo domingo de Agosto é um dia muito especial. Nessa data, comemoramos o Dia dos Pais. Mas afinal, qual é a origem do dia dos pais?
Segundo a História, tudo começou em Spokane, Estado de Washington, no início do século passado, quando Sonora Louise Smart Dodd, decidiu homenagear o pai, William Smart com uma grande festa.
Na verdade, William era mais que um pai: com o falecimento de sua esposa após o nascimento do sexto filho, assumira também o papel de mãe. William, que era veterano da guerra civil, criou sozinho os seis filhos em uma fazenda. Para que seus filhos crescessem com saúde e bom caráter, esse homem fez uso de importantes ferramentas como empenho, dedicação e, principalmente, muito carinho.
A festa organizada por Sonora Louise Smart Dodd, foi realizada no dia 19 de junho de 1909. O evento chamou a atenção de muitas famílias da cidade que, no ano seguinte, também se reuniram para homenagear seus pais. Logo, o exemplo começou a ser seguido por todos os Estados Unidos, até que, em 1972, o presidente Richard Nixon decretou oficialmente o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais.
Em nosso país, a iniciativa de comemorar o Dia dos Pais partiu do jornal O Globo, do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Inicialmente, do dia instituído para a comemoração foi 16 de agosto, dia de São Joaquim, considerado o padroeiro das famílias. Mas, com o passar do tempo, para facilitar as reuniões de família, a data comemorativa foi transferida para o segundo domingo de Agosto.
Dia dos Pais em outros países:
• Itália e Portugal: 19 de março.
• Reino Unido: 3° domingo de junho.
• Argentina: 3° domingo de junho.
• Grécia: 21 de junho.
• Portugal: 19 de março.
• Canadá: 17 de junho.
• Alemanha: no domingo de Páscoa.
• Paraguai: 2° domingo de junho.
• Peru: 3° domingo de junho.
• Austrália: 2° domingo de setembro.
• África do Sul: 2° domingo de agosto.
Como você pode perceber cada país elegeu uma data diferente para comemorar o dia dos pais. Cada um delas tem o seu porquê. Mas por que não concluirmos que dia dos pais, na verdade, é todo dia?
Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas 21/09/2006 
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Equipe do Hotel Fazenda Solar das Andorinhas

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IMPORTANCIA EAD...COMO TRABALHAR ACOMPANHAR O ESTUDANTE VEJA O ARTIGO...

O PAPEL DA TUTORIA EM AMBIENTES DE EAD

Abril/2004


Liliana Dias Machado, MSUniversidade Federal do Ceará
lilianadias@fortalnet.com.br
Elian de Castro Machado, PhDUniversidade Federal do Ceará
elian@ufc.br

Tema: Formação de Profissionais para Educação a Distância
Categoria: Educação Universitária
Resumo: 
O surgimento das novas tecnologias da informação e da comunicação deram um novo impulso à educação a distância, fazendo aparecer, através da Internet, formas alternativas de geração e de disseminação do conhecimento.  A educação a distância, antes centralizada no texto impresso, agora vai cedendo lugar para fontes eletrônicas digitais de informação, trazendo possibilidades quase inesgotáveis para a aprendizagem. Neste novo cenário, os papéis tradicionais do professor, aluno e escola precisam ser melhor compreendidos e investigados para fazer frente às mudanças que se impõem. A educação a distância via Internet redefine substancialmente o papel do professor que agora assume posição diferenciada daquela conhecida historicamente.  Como elemento central no processo ensino/aprendizagem, portanto, precisa ter sua função, sua prática, seu papel questionado, compreendido, estudado. Realiza-se uma reflexão sobre o professor-tutor no contexto de educação a distância online, destacando as principais diferenças entre suas atividades e aquelas atribuídas ao professor convencional. Além de discutir os obstáculos enfrentados neste meio e as estratégias adequadas para superar a distância geográfica e temporal existente entre professor-aluno, busca responder a questões pontuais, tais como: O tutor ensina? Em que consiste o ensino do tutor? Quais seriam seus papéis e funções? Qual a importância da tutoria no contexto do curso a distância online?
Palavra-chave: 
Interneteducação a distância online, professor-tutor, funções do tutor.


I - Professor e Tutor
A ligação aluno-professor ainda é, no imaginário pedagógico, uma dominante, o que torna a tutoria um ponto-chave em um sistema de ensino a distância (Maia, 1998, apud Niskier, 1999:391).
A tutoria como método nasceu no século XV na universidade, onde foi usada como orientação de caráter religioso aos estudantes, com o objetivo de infundir a fé e a conduta moral. Posteriormente, no século XX, o tutor assumiu o papel de orientador e acompanhante dos trabalhos acadêmicos, e é com este mesmo sentido que incorporou aos atuais programas de educação a distância (Sá, 1998). 
A idéia de guia é a que aparece com maior força na definição da tarefa do tutor. Podemos definir tutor como o “guia, protetor ou defensor de alguém em qualquer aspecto”, enquanto o professor é alguém que “ensina qualquer coisa” (Litwin, 2001:93). A palavra professor procede da palavra “professore”, que significa “aquele que ensina ou professa um saber” (Alves; Nova, 2003).
      Na perspectiva tradicional da educação a distância, era comum sustentar a idéia de que o tutor dirigia, orientava, apoiava a aprendizagem dos alunos, mas não ensinava. Assumiu-se a noção de que eram os materiais que ensinavam e o lugar do tutor passou a ser o de um “acompanhante” funcional para o sistema. O lugar do ensino assim definido ficava a cargo dos materiais, “pacotes” auto-suficientes seqüenciados e pautados, que finalizava com uma avaliação semelhante em sua concepção de ensino (Litwin, 2001).
      Pensava-se desta forma quando “ensinar” era sinônimo de transmitir informações, ou de estimular o aparecimento de determinadas condutas.  Nesse contexto, a tarefa do tutor consistia em assegurar o cumprimento dos objetivos, servindo de apoio ao programa (Litwin, 2001).
Edith Litwin (2001:99) destaca ainda que quem é um bom docente será também um bom tutor. Um bom docente “cria propostas de atividades para a reflexão, apóia sua resolução, sugere fontes de informação alternativas, oferece explicações, facilita os processos de compreensão; isto é, guia, orienta, apóia, e nisso consiste o seu ensino”. Da mesma forma, o bom tutor deve promover a realização de atividades e apoiar sua resolução, e não apenas mostrar a resposta correta; oferecer novas fontes de informação e favorecer sua compreensão. “Guiar, orientar, apoiar” devem se referir à promoção de uma compreensão profunda, e estes atos são responsabilidade tanto do docente no ambiente presencial como do tutor na modalidade a distância.
De maneira geral, os conhecimentos necessários ao tutor não são diferentes dos que precisa ter um bom docente. Este necessita entender a estrutura do assunto que ensina, os princípios da sua organização conceitual e os princípios das novas idéias produtoras de conhecimento na área. Sua formação teórica sobre o âmbito pedagógico-didático deverá ser atualizada com a formação na prática dos espaços tutoriais.
Shulman (1995, apud Litwin, 2001:103) sustenta que o saber básico de um docente inclui pelo menos:
  • conhecimento do conteúdo;
  • conhecimento pedagógico de tipo real, especialmente no que diz respeito às estratégias e à organização da classe;
  • conhecimento curricular;
  • conhecimento pedagógico acerca do conteúdo;
  • conhecimento sobre os contextos educacionais; e
  • conhecimento das finalidades, dos propósitos e dos valores educativos e de suas raízes históricas e filosóficas.
            O ensino a distância difere completamente, em sua organização e desenvolvimento, do mesmo tipo de curso oferecido de forma presencial. No ensino a distância, a tecnologia está sempre presente e exigindo uma nova postura de ambos, professores e alunos (Alves; Nova, 2003).
Para que um curso seja veiculado a distância, mediado pelas novas tecnologias, é preciso contar com uma infra-estrutura organizacional complexa (técnica, pedagógica e administrativa). O ensino a distância requer a formação de uma equipe que trabalhará para desenvolver cada curso, e definir a natureza do ambienteonline em que será criado (Alves; Nova, 2003).
A diferença entre o docente e o tutor é institucional, que leva a conseqüências pedagógicas importantes. As intervenções do tutor na educação a distância, demarcadas em um quadro institucional diferente distinguem-se em função de três dimensões de análise (Litwin, 2001:102), conforme está na seqüência.
  • Tempo – o tutor deverá ter a habilidade de aproveitar bem seu tempo, sempre escasso. Ao contrário do docente, o tutor não sabe se o aluno assistirá à próxima tutoria ou se voltará a entrar em contato para consultá-lo; por esse motivo aumentam o compromisso e o risco da sua tarefa.
  • Oportunidade – em uma situação presencial, o docente sabe que o aluno retornará; que caso este não encontre uma resposta que o satisfaça, perguntará de novo ao docente ou a seus colegas. Entretanto, o tutor não tem essa certeza. Tem de oferecer a resposta específica quando tem a oportunidade de fazer isso, porque não sabe se voltará a ter.
  • Risco – aparece como conseqüência de privilegiar a dimensão tempo e de não aproveitar as oportunidades. O risco consiste em permitir que os alunos sigam com uma compreensão parcial, que pode se converter em uma construção errônea sem que o tutor tenha a oportunidade de adverti-lo. “O tutor deve aproveitar a oportunidade para o aprofundamento do tema e promover processos de reconstrução, começando por assinalar uma contradição” (idem).
Tais conhecimentos dos docentes em geral nos conduzem à situação específica dos saberes requeridos ao tutor da EaD. Nestes ambientes, os contextos educacionais assumem um valor especial, que requerem do tutor uma análise fluida, rica e flexível de cada situação, vista sob o ângulo do tempo, oportunidade e risco, que imprimem as condições institucionais da EaD.
Iranita Sá (1998) faz um paralelo entre as várias diferenças entre as funções do professor convencional e o do tutor nos ambientes de EaD (Tabela I). A atual tendência de caracterização dos professores de ambientes de EaD é a de reprodutora do docente tradicional ou como um suposto tutor, cuja função se limita a auxiliar na aprendizagem, sem nenhuma identidade específica.    
Vários estudos comprovam que os professores nos ambientes de EaD tendem a reproduzir suas práticas como se estivessem em uma sala de aula convencional, esquecendo das peculiaridades desses ambientes. Em uma pesquisa realizada por Cerny e Erny (2001, apud Alves; Nova, 2003), com alunos e professores do Curso de Especialização a Distância em Marketing, da Universidade Federal de Santa Catarina, o qual utilizou a Internet como mídia principal, os pesquisadores constataram que os alunos preferiam as atividades individuais, enquanto os professores preferiram as atividades de fixação. A atividade mais rejeitada pelos alunos foi o chat, considerado improdutivo e desorganizado.
                Tabela I – Paralelo entre as Funções do Professor e do Tutor
    EDUCAÇÃO PRESENCIAL                 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Conduzida pelo ProfessorAcompanhada pelo tutor
Predomínio de exposições o tempo inteiroAtendimento ao aluno, em consultas individualizadas ou em grupo, em situações em que o tutor mais ouve do que fala
Processo centrado no professorProcesso centrado no aluno
Processo como fonte central de informaçãoDiversificadas fontes de informações (material impresso e multimeios)
Convivência, em um mesmo ambiente físico, de professores e alunos, o tempo inteiroInteratividade entre aluno e tutor, sob outras formas, não descartada a ocasião para os “momentos presenciais”
Ritmo de processo ditado pelo professorRitmo determinado pelo aluno dentro de seus próprios parâmetros
Contato face a face entre professor e alunoMúltiplas formas de contato, incluída a ocasional face a face
Elaboração, controle e correção das avaliações pelo professorAvaliação de acordo com parâmetros definidos, em comum acordo, pelo tutor e pelo aluno
Atendimento, pelo professor, nos rígidos horários de orientação e sala de aulaAtendimento pelo tutor, com flexíveis horários, lugares distintos e meios diversos
Fonte: Sá, Iranita. Educação a Distância: Processo Contínuo de Inclusão Social.Fortaleza,CEC, 1998:47.
Neste contexto, pode-se redefinir o papel do professor: “mais do que ensinar, trata-se de fazer aprender (...), concentrando-se na criação, na gestão e na regulação das situações de aprendizagem” (Perrenoud, 2000:139). O professor-tutor atua como mediador, facilitador, incentivador, investigador do conhecimento, da própria prática e da aprendizagem individual e grupal (Almeida, 2001).
            O novo papel do professor-tutor precisa ser repensado para que não se  reproduzam nos atuais ambientes de educação a distância concepções tradicionais das figuras do professor/aluno. Pierre Lévy (2000) faz uma reflexão sobre interação, novas linguagens e instrumentos de mediação. 
É preciso superar a postura ainda existente do professor transmissor de conhecimentos. Passando, sim, a ser aquele que imprime a direção que leva à apropriação do conhecimento que se dá na interação. Interação entre aluno/aluno e aluno/professor, valorizando-se o trabalho de parceria cognitiva;....elaborando-se situações pedagógicas onde as diversas linguagens estejam presentes. As linguagens são, na verdade, o instrumento fundamental de mediação, as ferramentas reguladoras da própria atividade e do pensamento dos sujeitos envolvidos (http://www.sesc.org.br).
O papel do professor como repassador de informações deu lugar a um agente organizador, dinamizador e orientador da construção do conhecimento do aluno e até da sua auto-aprendizagem. Sua importância é potencializada e sua responsabilidade social aumentada. “Seu lugar de saber seria o do saber humano e não o do saber informações” (Alves; Nova, 2003:19), sendo a comunicação mais importante do que a informação. Sua função não é passar conteúdo, mas orientar a construção do conhecimento pelo aluno.
Hanna (apud Alves; Nova, 2003:37) apresenta algumas sugestões para o professor que deseja iniciar algum curso a distância. Sugere que, logo no início, ele deve:
  • conhecer sua fundamentação pedagógica;
  • determinar sua filosofia de ensino e aprendizagem;
  • ser parte de uma equipe de trabalho com diversas especialidades;
  • desenvolver habilidades para o ensino online;
  • conhecer seus aprendizes;
  • conhecer o ambiente online;
  • aprender sobre os recursos tecnológicos;
  • criar múltiplos espaços de trabalho, de interação e socialização;
  • estabelecer o tamanho de classe desejável;
  • criar relacionamentos pessoais online;
  • desenvolver comunidades de aprendizagem;
  • definir as regras vigentes para as aulas online; e
  • esclarecer suas expectativas sobre os papéis dos aprendizes.  
Para exercer competentemente estas funções, necessita de formação especializada. Hoje, a idéia da formação permanente vigora para todas as profissões, mas especialmente para os profissionais da educação. “O tutor se encontra diante de uma tarefa desafiadora e complexa” (Litwin, 2001:103). O bom desempenho desses profissionais repousa sobre a crença de que “só ensina quem aprende”, o alicerce do construtivismo pedagógico (Grossi; Bordin,1992).
“Exige-se mais do tutor de que de cem professores convencionais” (Sá, 1998:46), pois este necessita ter uma excelente formação acadêmica e pessoal. Na formação acadêmica, pressupõem-se capacidade intelectual e domínio da matéria, destacando-se as técnicas metodológicas e didáticas. Além disso, deve conhecer com profundidade os assuntos relacionados com a matéria e área profissional em foco. A habilidade para planejar, acompanhar e avaliar atividades, bem como motivar o aluno para o estudo, também são relevantes. Na formação pessoal, deve ser capaz de lidar com o heterogêneo quadro de alunos e ser possuidor de atributos psicológicos e éticos: maturidade emocional, empatia com os alunos, habilidade de mediar questões, liderança, cordialidade e, especialmente, a capacidade de ouvir.
Segundo o Livro Verde (SocInfo, 2000), para que o ensino a distância alcance o potencial de vantagem que pode oferecer, é preciso investir no aperfeiçoamento do tutor e, sobretudo, regulamentar a atividade, além de definir e acompanhar indicadores de qualidade (Alves; Nova, 2003). Neste sentido, sugere algumas iniciativas:
  • alfabetização digital - em todos os níveis de ensino, através da renovação curricular para todas as áreas de especialização, de cursos complementares e de extensão;
  • geração de conhecimentos -  voltado para a pós-graduação; e
  • aplicação da tecnologia da informação e comunicação - desde o nível médio, especialmente nas áreas próximas das novas tecnologias.
As instituições de EaD devem ter a preocupação de formar o tutor através de cursos de capacitação  e averiguar o seu desempenho. É importante que se ofereçam permanentemente cursos preparatórios, para que conheçam o funcionamento dessa modalidade de ensino. Além de proporcionar aos docentes capacitação sobre as técnicas de EaD, deve-se realizar práticas de tutoriais para ampliar os temas de estudo.

II - O Papel do Tutor
Pensar em novos modelos de educação a distância implica em pensar também sobre os papéis dos principais sujeitos do processo de aprender e ensinar: alunos e professores. Quais seriam seus papéis e funções? (Alves; Nova, 2003:18).
Mauri Collins e Zane Berge (1996, apud Palloff; Pratt, 2002) classificaram as várias tarefas e papéis exigidos do professor online em quatro áreas: pedagógica, gerencial, técnica e social.
  • Função pedagógica - diz respeito ao fomento de um ambiente social  amigável, essencial à aprendizagem online. O papel do professor em qualquer ambiente educacional é o de garantir que o processo educativo ocorra entre os alunos. No ambiente online, o professor torna-se um facilitador. Ele conduz o grupo de maneira mais livre, permitindo aos alunos explorar o material do curso, ou a ele relacionados, sem restrição. O docente pode trazer assuntos gerais para serem lidos e comentados, além de fazer perguntas visando a estimular o pensamento crítico sobre o assunto discutido. É importante que o professor comente adequadamente as mensagens dos alunos, as quais servirão para estimular debates posteriores. (Nesse contexto, o professor atua como animador, tentando motivar seus alunos a explorarem o material mais profundamente do que o fariam na sala de aula presencial.) 
  • Função gerencial - envolve normas referentes ao agendamento do curso, ao seu ritmo, aos objetivos traçados, à elaboração de regras e à tomada de decisões. O professor de um curso online é também seu administrador. Ele é responsável por enviar um programa para o curso com as tarefas a realizar e as diretrizes iniciais para discussão e adaptação. Palloff (2002) sugere que no começo do curso sejam enviados um plano de ensino, as diretrizes e o código de normas de comportamento que deve ser seguido. Em seguida, os participantes podem comentar e debater sobre suas expectativas em relação ao curso.
  • Função técnica - depende do domínio técnico do professor, sendo então capaz de transmitir tal domínio da tecnologia aos seus alunos. Os professores devem conhecer bem a tecnologia que usam para atuar como facilitadores do curso. Além disso, deverá haver um suporte técnico disponível, de modo que, mesmo um professor menos proficiente, possa ministrar um curso online. Semelhante ao espaço comunitário, Rena Palloff sugere que seja destinado um espaço em separado para acompanhar o fluxo da aprendizagem em todo o processo. Conscientes de que os professores precisam ensinar diferentemente nesse meio e de que os alunos também atuam diferentemente, estamos ciente também de que esse espaço adquire grande importância. Todos precisamos estar cônscios do impacto que a EaD online tem na aprendizagem e facilitar a mudança de paradigma necessária ao aluno para que ele tenha maior impacto. “Usar a tecnologia para aprender exige mais do que conhecer um software ou do que se sentir à vontade com o hardware utilizado” (Palloff; Pratt, 2002:109).
  • Função social - significa facilitação educacional. O professor é responsável por facilitar e dar espaço aos aspectos pessoais e sociais da comunidade online. Collins e Berge (1996, apud Palloff; Pratt, 2002:104), referem-se a essa função como “estímulo às relações humanas, com a afirmação e o reconhecimento da contribuição dos alunos; isso inclui manter o grupo unido, ajudar de diferentes formas os participantes a trabalharem juntos por uma causa comum e oferecer aos alunos a possibilidade de desenvolver sua compreensão da coesão do grupo”. Esses elementos são a essência dos princípios necessários para construir e manter a comunidade virtual. Para dar um sentido de comunidade ao grupo, o tutor poderá usar algumas estratégias, como, por exemplo: iniciar seus cursos pelas apresentações dos alunos, para que todos se conheçam. Dessa forma, cria-se uma atmosfera confiante e aberta, tornando real o fato de que o grupo é composto por pessoas, com sua própria experiência de vida e saberes. Outra estratégia utilizada é a de elaborar previamente uma atividade em grupo, com simulações ou projetos, criando a sensação de trabalho em equipe.
Palloff (2002) têm o hábito de criar um espaço comunitário no site dos seus cursos para que todos, professores e alunos, possam relaxar e conversar. Neste espaço costuma-se dialogar ou discutir assuntos sobre o material designado para o curso. É um local independente e sagrado, cuja finalidade é que os participantes se conheçam melhor e o trabalho em grupo seja mais confortável. Observam que o elemento humano sempre surge quando seres humanos interagem eletronicamente. Ao atuar juntos, contamos sobre nossas vidas, viagens, emoções – é um esforço feito por todos para tornar o grupo coeso e para manter a conexão mútua. É essencial que o grupo online desenvolva uma atitude de confiança, fundamental para a qualidade da aprendizagem na sala de aula online, conclue Palloff.
Gutiérrez e Prieto (1994) nomearam de “assessor pedagógico” o professor de EaD. Para ele, sua função é a de fazer a ligação entre a instituição e o aluno, acompanhando o processo para enriquecê-lo com seus conhecimentos e experiências. Segundo Gutiérrez e Prieto, suas características são: ser capaz de uma boa comunicação; possuir uma clara concepção de aprendizagem; dominar bem o conteúdo; facilitar a construção de conhecimentos, através da reflexão, intercâmbio de experiências e informações; estabelecer relações empáticas com o aluno; buscar as filosofias como uma base para seu ato de educar; e constituir uma forte instância de personalização. Dentre as tarefas prioritárias do “assessor pedagógico”, destacam-se a de estabelecer redes, promover reuniões grupais e a de avaliar.
Para Arnaldo Niskier (1999), o educador a distância reúne as qualidades de um planejador, pedagogo, comunicador, e técnico de Informática. Participa na produção dos materiais, seleciona os meios mais adequados para sua multiplicação, e mantém uma avaliação permanente a fim de aperfeiçoar o próprio sistema. Nesta modalidade de ensino, o educador tenta prever as possíveis dificuldades, buscando se antecipar aos alunos na sua solução. O professor de EaD deve ser valorizado, pois sua responsabilidade, além de ser maior por atingir um número infinitamente mais elevado de alunos, torna-o mais vulnerável a críticas e a contestações em face dos materiais e atividades que elabora. Conforme Niskier (1999:393), o papel do tutor é:
  • comentar os trabalhos realizados pelos alunos;
  • corrigir as avaliações dos estudantes;
  • ajudá-los a compreender os materiais do curso através das discussões e explicações;
  • responder às questões sobre a instituição;
  • ajudar os alunos a planejarem seus trabalhos;
  • organizar círculos de estudo;
  • fornecer informações por telefone, fac-símile e e-mail;
  • supervisionar trabalhos práticos e projetos;
  • atualizar informações sobre o progresso dos estudantes;
  • fornecer feedback aos coordenadores sobre os materiais dos cursos e as dificuldades dos estudantes; e
  • servir de intermediário entre a instituição e os alunos.
De acordo com Iranita Sá (1998), o tutor em EaD exerce duas funções importantes - a informativa, provocada pelo esclarecimento das dúvidas levantadas pelos alunos, e a  orientadora, que se expressa ajudando nas dificuldades e na promoção do estudo e aprendizagem autônoma.“No ensino a distância o trabalho do tutor fica de certo modo diminuído considerando-se o clima de aprendizagem autônoma pelos alunos” (Sá, 1998:45), pois muito da orientação necessária já se encontra no próprio material didático, sob a forma de questionário, recomendação de atividades ou de leituras complementares. Constata-se que a função do tutor deve ir além da orientação. O tutor esclarece dúvidas de seus alunos, acompanha-lhes a aprendizagem, corrige trabalhos e disponibiliza as informações necessárias, terminando por avaliar-lhes o desempenho.
Conforme Litwin (2001), os programas de educação a distância privilegiam o desenvolvimento de materiais para o ensino em detrimento da orientação aos alunos, das tutorias, das propostas de avaliação ou da criação de comunidades de aprendizagem. Os materiais de ensino se convertem em portadores da proposta pedagógica da instituição.
            Esse material se torna objeto de reflexão e análise no âmbito da tutoria. É necessário que exista coerência entre a atuação do tutor e os objetivos da proposta. A falta de coerência pode significar um dos problemas mais sérios que pode enfrentar um programa dessa modalidade. O tutor pode mudar o sentido da proposta pedagógica pela qual foram concebidos o projeto, o programa ou os materiais de ensino. Sua intervenção poderá melhorar a proposta, agregando-lhe valor. Se o tutor tiver formação adequada estará apto a entender, melhorar, enriquecer e aprofundar a proposta pedagógica oferecida pelos materiais de ensino no âmbito de um determinado projeto (Litwin, 2001).
            Todas as atividades, tarefas e exercícios propostos devem ser cuidadosamente corrigidos o mais rápido possível, para que o tutor tenha a chance de interferir na aprendizagem e fazer o acompanhamento necessário. O tutor, ao avaliar o ensino-aprendizagem, coteja o grau de satisfação do aluno com o curso através de métodos estatísticos, fichas de avaliação e de observação.
A tutoria é o método mais utilizado para efetivar a interação pedagógica, e é de grande importância na avaliação do sistema de ensino a distância.  Os tutores comunicam-se com seus alunos por meio de encontros programados durante o planejamento do curso. O contato com o aluno começa pelo conhecimento da estrutura do curso, e é preciso que seja realizado com freqüência, de forma rápida e eficaz. A eficiência de suas orientações pode resolver o problema de evasão no decorrer do processo.
Existem significativas diferenças entre o professor-autor e o professor-tutor, embora ambos sejam profissionais virtuais. O professor-autor desenvolve o teor do curso, escreve e produz o conteúdo e atua na organização dos textos e na estruturação do material. É  preciso que ele conheça as possibilidades e ferramentas do ambiente, pois deverá interagir com a equipe de desenvolvimento para entender a potencialidade dos recursos a serem utilizados e elaborar o desenho de texto e do conteúdo do curso, de forma a contemplar todas essas potencialidades (Maia, 2002). 
Após a conclusão do conteúdo pelo professor-autor, entra em ação o professor-tutor cujo papel é o de promover a interação e o relacionamento dos participantes. Uma série de habilidades e competências  é a ele necessária (Maia, 2002:13), conforme delineado a seguir.
  • Competência tecnológica - domínio técnico suficiente para atuar com naturalidade, agilidade e aptidão no ambiente que está utilizando. É preciso ser um usuário dos recursos de rede, conhecer sites de busca e pesquisa, usar e-mails, conhecer a netiqueta, participar de listas e fóruns de discussão, ter sido mediador em algum grupo (e-group)O tutor deve ter um bom equipamento e recursos tecnológicos atualizados, inclusive com plug-ins de áudio e vídeo instalados,  além de uma boa conexão com a Web. O tutor deve ter participado de pelo menos um curso de capacitação para tutoria ou de um curso online; preferencialmente, utilizando o mesmo ambiente em que estará desenvolvendo sua tutoria.
  • Competências sociais e profissionais - deve ter capacidade de gerenciar equipes e administrar talentos, habilidade de criar e manter o interesse do grupo pelo tema, ser motivador e empenhado. É provável que o grupo seja bastante heterogêneo, formado por pessoas de regiões distintas, com vivências bastante diferenciadas, com culturas e interesses diversos, o que exigirá do tutor uma habilidade gerencial de pessoas extremamente eficiente. Deve ter domínio sobre o conteúdo do texto e do assunto, a fim de ser capaz de esclarecer possíveis dúvidas referentes ao tema abordado pelo autor, conhecer os sites internos e externos, a bibliografia recomendada, as atividades e eventos relacionados ao assunto. A tutoria deve agregar valor ao curso.
     O tutor deve deixar claras as regras do curso; ser capaz de comunicar-se textualmente, com clareza, não deixando margem para questões e colocações dúbias que venham a prejudicar a aprendizagem. 
     A tutoria é necessária para orientar, dirigir e supervisionar o ensino-aprendizagem.  Ao estabelecer o contato com o aluno, o tutor complementa sua tarefa docente transmitida através do material didático, dos grupos de discussão, listas, correio-eletrônico, chats e de outros mecanismos de comunicação.  Assim, torna-se possível traçar um perfil completo do aluno: por via  do trabalho que ele desenvolve, do seu interesse pelo curso e da aplicação do conhecimento pós-curso.  O apoio tutorial realiza, portanto, a intercomunicação dos elementos (professor-tutor-aluno) que intervêm no sistema e os reúne em uma função tríplice: orientação, docência e avaliação.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Fernando José et al. Educação a Distância: Formação de Professores
em Ambientes Virtuais e Colaborativos de Aprendizagem. São Paulo, Projeto NAVE, 2001.
ALVES, Lynn; NOVA, Cristiane. Educação a Distância: Uma Nova Concepção de
Aprendizagem e Interatividade. São Paulo, Futura, 2003.
GROSSI, E. P. & BORDIN, J. (org.) Paixão de Aprender. Petrópolis: Vozes, 1992.
GUTIÉRREZ, F. & PIETRO, D. A Mediação Pedagógica: Educação a Distância
Alternativa. Campinas, Papirus, 1994.
LÉVY, Pierre.(2000) Educação e Cibercultura. In http://www.sescsp.org.br. Acesso em Ago/2003.  
LITWIN, Edith (org). Educação a Distância: Temas para Debate de uma Nova
Agenda Educativa. Porto Alegre, Artmed, 2001.
MAIA, Carmem. Guia Brasileiro de Educação a Distância. São Paulo, Esfera, 2002.
NISKIER, Arnaldo. Educação a Distância: A Tecnologia da Esperança. São Paulo,
Loyola, 1999.
PALLOFF, Rena; PRATT, Keith. Construindo Comunidades de Aprendizagem no
Ciberespaço. Porto Alegre, Artmed, 2002.
PERRENOUD, Philippe. “Construindo Competências”. In Revista Fala Mestre!
            Setembro de 2000.
SÁ, Iranita M. A. Educação a Distância: Processo Contínuo de Inclusão Social.
Fortaleza, C.E.C., 1998.
SOCINFO. Ministério da Ciência e Tecnologia. Programa Sociedade da Informação – SocInfo.
            Brasília, DF, 2000. http://www.mct.gov.br. Acesso em 10.07.2002.

TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

CARLOS ALBERTO DE SOUZA
PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
calb@big.univali.br
FERNANDO JOSÉ SPANHOL
PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
spanhol@led.ufsc.br
JEANE CRISTINA DE OLIVEIRA LIMAS
PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
jeane@big.univali.br
MARLEI PEREIRA CASSOL
PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
marleicassol@big.univali.br
Gestão de Sistemas de Educação a Distância
Educação Universitária
RESUMO
As redes de comunicação e informação permitiram reduzir espaços e distâncias entre os centros de ensino, e a educação a distância, com a utilização de inúmeros recursos didáticos e tecnológicos, dos quais se destaca a Internet, está possibilitando o acesso ao ensino de milhões de pessoas, antes excluídas do processo educacional. Enquanto que na educação convencional a responsabilidade de conduzir as atividades de ensino-aprendizagem recai sobre a figura de um professor, na EaD alunos são artífices de seu próprio desenvolvimento, dentro de uma relação interativa de troca de saberes. E, uma peça chave nesse processo é o sistema de tutoria, que tem por meta a mediação da aprendizagem.
Palavras-Chave: 
Educação a Distância, tutoria, capacitação docente.

1. EaD e o sistema tutorial
Na modalidade de Educação a Distância existem três elementos fundamentais em interação: aluno, material didático e professor. A experiência com EaD, independente da concepção de educação adotada e das ferramentas didáticas utilizadas (televisão, rádio, internet, material impresso), tem demonstrado que o sistema tutorial é cada vez mais indispensável ao desenvolvimento de aulas a distância. Nesse processo, cabe ao tutor acompanhar as atividades discentes, motivar a aprendizagem, orientar e proporcionar ao aluno condições de uma aprendizagem autônoma.
A Educação a Distância, é importante observar, pressupõe um sistema de transmissão e estratégias pedagógicas adequadas às diferentes tecnologias utilizadas. A estratégia didática da Educação a Distância, de acordo com Brande (1993) significa a escolha dos métodos e meios instrucionais estruturados para produzir um aprendizado efetivo. Não deve merecer atenção apenas o conteúdo do curso, mas também decisões sobre o suporte ao aluno, acesso e escolha dos meios. A forma como o tutor e o aluno se comunicam e interagem dependerá do esquema de aprendizado a ser usado. O autor revela ainda três fatores indispensáveis para que a Educação a Distância aconteça: o modelo de aprendizagem, a infra-estrutura tecnológica e infra-estrutura física propiciada pelo setor.
Qualquer estratégia, para atingir suas finalidades deve disponibilizar e gerenciar os conhecimentos de forma crítica, priorizando a educação para trabalhar os conteúdos de forma significativa, criando todas as condições à formação de indivíduos gestores da informação. A escola ainda não esclareceu as dúvidas que possui sobre a utilização da tecnologia como fator fundamental para melhorar o desempenho dos alunos, ou até aprimorar a qualidade da educação. A qualificação do corpo docente continua sendo sempre a primeira prioridade. A utilização das tecnologias como recurso didático trouxe à tona uma série de desafios tais como: a seleção dos diferentes tipos de textos elaborados e/ ou produzidos para um curso de EaD, a articulação dos núcleos temáticos, interdisciplinaridade, coordenação didático-pedagógica, renovação metodológica dos docentes, fundamentos teóricos de aprendizagem e do processo de avaliação.
É possível encontrar classificações relativas a EaD em que são utilizados critérios similares aos das tecnologias, cuja visão de homem está posta numa concepção linear de mundo. Segundo Aparici (1999, p. 3), tanto a informática como os sistemas tecnológicos de comunicação podem proporcionar a igualdade de oportunidades para promover a cidadania. A crise da sociedade contemporânea exige que os países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, não se limitem a apenas lutar de forma racional e estratégica contra a pobreza, mas direcionem seus investimentos em políticas de educação, até para resgatar a dívida social, acumulada ao longo da história.
A década de 90 trouxe à tona um novo modelo cultural, em que o saber passa a desempenhar papel relevante. Daí a relevância de os profissionais da educação serem formados numa perspectiva de superação da sociedade que está posta, evidenciando a necessidade de revisão nas concepções de ensino e de educação, nos procedimentos, nos modelos de gestão e de ações. Revisões estas que passam, sobretudo, pela compreensão do relacionamento orgânico entre as universidades e instituições quase milenares e a sociedade.
No campo da tecnologia educacional, a abordagem do processamento da informação tem sido usada especificamente na pesquisa sobre meios educacionais. A comunicação docente/discente no ensino aberto e a distância exige dos professores novos esquemas mentais e novas concepções acerca do saber que envolve diálogos constantes, intercâmbios singulares, criatividade e disponibilidade para investigação, indispensáveis ao cumprimento do compromisso real com as políticas democráticas e de eqüidade social.
Para dar conta deste compromisso, a universidade precisa ser constantemente lugar de produção do saber, fato este que requer também tempo de reflexão crítica, já que o núcleo de qualidade da vida acadêmica se diferencia pela produção própria/coletiva e crítica, num contexto pluralista e democrático.
Na sociedade atual, sob o primado de saberes que continuamente se superam e se reconstroem, não é mais possível pensar a educação como mero repasse de conhecimentos, seguindo uma tradição cultural. Pensar novas formas de educação exige que ultrapassemos a idéia de que ela não seja apenas um meio ou uma modalidade, mas uma possibilidade de ressignificação da educação em face das necessidades do mundo global, observa Neder (1999). Estas inovações estão exigindo assim uma mudança importante no papel do professor e uma formação específica nesse sentido.
Para Rodriguez (1997), é necessário rever as dimensões: educativa, tecnológica e comunicativa, em relação ao papel e ao protagonismo que assumem os professores implicados na organização do trabalho pedagógico. É preciso insistir na idéia de que as multimídias não transformam o trabalho docente, elas apenas expressam com grande impacto os novos cenários da sociedade contemporânea e permitem um armazenamento enorme de informação, por meio de novas linguagens.
Dessa forma, a educação a distância deve ser assumida como uma das utopias da educação para desenvolver as sociedades de nosso continente e superar os imperativos da cultura de consumo. Estas questões sublinham a importância da atuação docente em EaD, em que o perfil do profissional de educação deve conter competências bem mais complexas, tais como:
  • Saber lidar com os ritmos individuais diferentes dos alunos;
  • Apropriar-se de técnicas novas de elaboração do material didático impresso e do produzido por meios eletrônicos;
  • Dominar técnicas e instrumentos de avaliação, trabalhando em ambientes diversos daqueles já existentes no sistema presencial de educação.
  • Ter habilidades de investigação;
  • Utilizar técnicas variadas de investigação e propor esquemas mentais para criar uma nova cultura, indagadora e plena em procedimentos de criatividade.
Diante desses novos paradigmas é que devem ser postos os questionamentos das instituições educacionais, suas polêmicas e preocupações sobre EaD. Os educadores que pretendem lutar contra a exclusão social devem preocupar-se em adquirir uma nova cultura educacional, atualizando-se no uso de tecnologias de informação e comunicação, pois, nesse novo modelo, o professor é continuamente chamado a estabelecer múltiplas interações.
Algumas escolas já vêm desenvolvendo esse trabalho social com sucesso, investindo em equipamentos, na formação docente e em processo de gestão educacional inovador. Este deve envolver uma equipe multidisciplinar, administradores, professores, pesquisadores, tutores, monitores e profissionais da área técnica. Para que ganhem credibilidade no contexto social em que estão inseridas, várias universidades estão apostando firmemente na qualificação profissional, por meio de curso de aperfeiçoamento e de formação continuada, como é o caso da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) que, desde 1998, vem trabalhando com Educação a Distância, hoje organizada em um departamento específico.
Um investimento necessário a qualquer instituição que busca desenvolver EaD, é a criação de sistemas tutoriais realmente eficazes, apropriados a apoiar e promover o crescimento do aluno em cada uma das etapas do processo de ensino. A figura de destaque, responsável pelo bom andamento das atividades, é o tutor, profissional que assume a missão de articulação de todo o sistema de ensino-aprendizagem, quer na modalidade semipresencial ou a distância.
Segundo Ferreira e Rezende (2004), o tutor deve acompanhar, motivar, orientar e estimular a aprendizagem autônoma do aluno, utilizando-se de metodologias e meios adequados para facilitar a aprendizagem. Através de diálogos, de confrontos, da discussão entre diferentes pontos de vista, das diversificações culturais e/ou regionais e do respeito entre formas próprias de se ver e de se postar frente aos conhecimentos, o tutor assume função estratégica.
E, estrategicamente, esse setor tem como finalidade resolver os ruídos de comunicação e os problemas que surgem ao longo do processo de ensino, procurando resolvê-los e, ao mesmo tempo, realizando a articulação e desenvolvendo ações para aperfeiçoar o sistema de EaD, que deve ser alvo de constantes reflexões.

2. Tutoria, tutor.
Há várias maneiras de definir o conceito. A tutoria pode ser entendida como uma ação orientadora global, chave para articular a instrução e o educativo. O sistema tutorial compreende, desta forma, um conjunto de ações educativas que contribuem para desenvolver e potencializar as capacidades básicas dos alunos, orientando-os a obterem crescimento intelectual e autonomia, e para ajudá-los a tomar decisões em vista de seus desempenhos e suas circunstâncias de participação como aluno.
Por outro lado, a etimologia da palavra tutor traz implícito o termo tutela, proteção, tão comum no campo jurídico. A defesa de uma pessoa menor ou necessitada. Apropriada pelo sistema de Educação a Distância, (SÁ, 1998), tutor passou a ser visto como um orientador da aprendizagem do aluno solitário e isolado que, freqüentemente, necessita do docente ou de um orientador para indicar o que mais lhe convém em cada circunstância. Pode-se admitir plenamente que o Professor-Tutor seja denominado em outros sistemas similares como orientador acadêmico ou até facilitador.
No sistema de EaD, o tutor, vale frisar, tem papel fundamental, pois garante a inter-relação personalizada e contínua do aluno no sistema e se viabiliza a articulação necessária entre os elementos do processo e execução dos objetivos propostos. Cada instituição que desenvolve EaD busca construir seu modelo tutorial, visando o atendimento das especificidades locais e regionais, incorporando, como complemento, as TICs.
Os projetos que se propõem a desenvolver EaD com base metodológica consistente precisam assegurar um fluxo de comunicação interativa e bidirecional, mediada pela ação tutorial com acompanhamento pedagógico e avaliação sistemática da aprendizagem. Não se concebe mais a idéia de educação como processo de vinculação ou de modelagens de comportamentos, mas, sobretudo, uma ação consciente e co-participativa que possibilite ao aluno a construção de um projeto profissional político e inovador. É nesta perspectiva que se situa a ação tutorial, com o propósito de propiciar ao estudante a distância um ambiente de aprendizagem personalizado, capaz de satisfazer suas necessidades educativas.
Como mediador, neste processo, o professor tutor assume papel relevante, atuando como intérprete do curso junto ao aluno, esclarecendo suas dúvidas, estimulando-o a prosseguir e, ao mesmo tempo, participando da avaliação da aprendizagem.

3. Níveis de Atuação do Tutor
Conforme Preti (1996, p.27), “o tutor, respeitando a autonomia da aprendizagem de cada cursista, estará constantemente orientando, dirigindo e supervisionando o processo de ensino-aprendizagem[...]. É por intermédio dele, também, que se garantirá a efetivação do curso em todos os níveis”.
A tutoria visa a orientação acadêmica, acompanhamento pedagógico e avaliação da aprendizagem dos alunos a distância. Para isso o tutor deve possuir um papel profissional com capacidades, habilidades e competências inerentes à função. Precisa expressar uma atitude de excelente receptividade diante do aluno e assegurar um clima motivacional.
O subsistema de tutoria, muito mais que um aspecto estrutural e de assistência ao estudante, deve ser visto como o atendimento à educação individualizada e cooperativa e numa abordagem pedagógica centrada no ato de aprender que põe à disposição do estudante-adulto recursos que lhe permitem alcançar seus objetivos no curso, de forma mais autônoma possível.
O professor tutor deve diferenciar e seqüenciar as diversas informações que proporciona aos estudantes, sistematizando as seguintes ações:
  • No primeiro encontro com o aluno, o tutor deve expressar uma atitude de excelente receptividade para assegurar um clima motivacional de entendimento pleno;
  • Em seguida, informar o estudante sobre a estrutura e o funcionamento do sistema de EaD, dos meios didáticos utilizados e sistema de avaliação, etc. Comentar, ainda, o sentido e o papel da tutoria no processo de ensino e aprendizagem em EaD;
  • Analisar, com o estudante, os níveis de responsabilidade dos professores da sede central, dos professores-tutores e de suas contribuições em diferentes atividades para garantir um processo de aprendizagem individual consistente;
  • Diferenciar para o estudante as funções de tutoria e de presencialização dos professores, já que o sistema de EaD foi planejado para promover auxílio aos alunos em dificuldades de aprendizagem e não sistematizar encontros semanais de tutoria.
Para exercer o seu papel, o tutor deve, portanto, possuir um perfil profissional com certo número de capacidades, habilidades e competências inerentes à função. A importância e a complexidade da posição que ocupa o tutor dentro de um sistema de EaD exige que ele possua o domínio de uma prática política educativa, formativa e mediatizada.

4. Formação do Tutor
Conforme Ibanez, citado em Aretio (1996), é também muito importante a relação pessoal entre os tutores e entre estes e os demais profissionais envolvidos com EaD. Como educador que é, do tutor são requeridas certas qualidades, como maturidade emocional, capacidade de liderança, bom nível cultural, capacidade de empatia, cordialidade e ser um “bom ouvinte”.
A relação tutor-aluno pode ser mediatizada pelas mais diversas modalidades de comunicação. A educação e formação de adultos são, portanto, uma atividade específica, comprometida com a realização do sujeito em todas as perspectivas de vida: humana, social, política, laboral, tecnológica, sob uma visão axiológica, ética e crítica da sociedade.

5. Princípios e Estratégias Correspondentes a Tutoria
Interesse: adaptar o ensino aos interesses dos alunos. Estratégia Introduzir estímulos, situações instigantes e paradoxais para assegurar a atenção dos alunos.
Relevância: o aluno deve perceber que o ensino está relacionado às suas necessidades e a objetivos pessoais. Estratégia: Usar exemplos ligados a situações reais dos alunos para que na aprendizagem intervenham aspectos pessoais e emocionais e não seja só uma assimilação intelectual.
Expectativa: o aluno deve perceber que pode ser bem sucedido mediante um esforço adequado. Estratégia: considerar os conhecimentos que os alunos possuem, aprofundá-los e aproximá-los dos desconhecidos de maneira progressiva e moderada.
Satisfação: procurar que a aprendizagem seja satisfatória em si mesma (motivação intrínseca) ou pelas recompensas recebidas (motivação extrínseca). Estratégia: Orientar os alunos para um processo de curiosidade pelo desconhecido e para a pesquisa.
Como fazer do saber um enigma e criar o saber com o enigma, gerando no aluno o desejo de aprender?
Considerando que na base conceitual da educação de adultos sobressaem a autonomia e a singularidade como componentes fundamentais, torna-se evidente que sua formação deve ser entendida como processo orientado para a auto-aprendizagem. No sentido de estimular a motivação intrínseca do desejo que o adulto geralmente apresenta, os processos de ensino e de auto-aprendizagem devem basear-se na participação ativa dos sujeitos, e os projetos devem estar coerentes com os seus interesses e necessidades.
O atendimento aos interesses imediatos dos conhecimentos adquiridos requer elevado nível de transferência, de tal forma que os estudantes possam vivenciá-los e aplicá-los em sua realidade. Outro fator a ser considerado é a experiência do êxito, que reforça a autoconfiança do adulto mediante a proposição de objetivos viáveis e recursos adequados para alcançá-los.
Tanto o esforço como a valoração, contribuem para aumentar a auto-estima e o incentivo dos adultos no prosseguimento de seus estudos. As limitações de tempo e de espaço devem ser levadas em consideração ao se planejar atividades e programas direcionados à educação de adultos. Estes devem ser flexíveis e atender ao ritmo diferencial dos estudantes, às demandas sócio-etnográficas de cada cultura e às expectativas e exigências de futuras ocupações numa sociedade em permanente transformação.

6. Perfil de Competências do Tutor
A formação específica de tutores inclui, portanto, os fundamentos, a metodologia e estrutura acerca do sistema de EaD, a fim de sustentar as bases pedagógicas da aprendizagem sobre o comportamento das pessoas adultas. Inclui ainda os procedimentos de investigação e confecção de materiais didáticos nas mais diferentes mídias. O tutor deve possuir habilidades de comunicação, competência interpessoal, liderança, dinamismo, iniciativa, entusiasmo, criatividade, capacidade para trabalhar em equipes etc.
Em uma sociedade plural e multicultural e em evolução acelerada como a nossa, cabe às instituições educativas atender às necessidades dos alunos, respeitando suas singularidades e compensando as desigualdades por meio de auxílios qualitativos, contextualizados e direcionados a uma visão psicopedagógica contínua.
A figura do tutor deve situar-se numa posição estratégica, já que seu desempenho central é atuar como mediador entre currículo, interesses e capacidades do jovem agora e, no futuro, professores, pais e alunos; alunos entre si e nos processos de ensino-aprendizagem.
A nova concepção educativa de orientação do Ministério da Educação da Espanha, por exemplo, privilegia a função tutorial a ser desempenhada sob forma colegiada, isto é, envolvendo o conjunto de pessoas que possuem maiores contatos entre si, tutores e tutorandos e seu entorno. Esta concepção educativa de função tutorial traz implícitas as novas dimensões de intervenção didática, de comunicação e de encontros organizativo funcionais que implicam um novo perfil de tutor, exigem estrutura e possibilidades de funcionamentos flexíveis e contextualizados, de forma crítica, etc. com visão e ação que superem as salas de aula para integrar-se em uma ação global junto as equipes.

7. Processos de Seleção, Formação e Avaliação dos Tutores.
A formação de professores tutores se orienta por processos reflexivos de investigação e exige um currículo consistente, tendo como suporte a relação teórica e prática. Que o tutor, à luz da teoria, possa pensar a sua prática direcionada para aprender a aprender. No sistema de EaD, a interlocução aluno-orientador é exclusiva. A dimensão da orientação exige que o número de alunos por orientador não seja excessivo. Alguns autores apontam como ideal a relação de um tutor para cada 20 ou 30 alunos.
O atendimento a este critério permite um processo de interlocução que respeita os diferentes programas de EaD, bem como a diversidade de expectativas dos alunos. Tanto a seleção, como a formação do tutor em qualquer proposta de EaD constitui uma das garantias de qualidade do sistema (NEDER, 1999).
No sentido de explicitar as implicações formativas articuladas ao papel do tutor, Arredondo (1998), selecionou os seguintes procedimentos:
  • Atuar como mediador; conhecer a realidade de seus alunos em todas as dimensões (pessoal, social, familiar, escolar etc.);
  • Oferecer possibilidades permanentes de diálogo, saber ouvir, ser empático e manter uma atitude de cooperação;
  • Oferecer experiências de melhoria de qualidade de vida, de participação, de tomada de decisões.

Conclusão
A Educação varia sempre em função de uma concepção de vida, refletindo em cada época, pela estrutura da sociedade, resgatando sempre novas perspectivas ao pensamento pedagógico. O processo educacional não se faz somente por uma instituição de ensino, ela representa todos os níveis da aprendizagem e o treinamento, uma continuidade à educação no que diz respeito ao preparo dos indivíduos para exercer melhor suas funções profissionais. Para que esse processo aconteça de forma eficaz é necessário que seja aplicado com uma base teórico-metodológica pedagógica.
No Brasil, existem muitas dificuldades estruturais para a oferta de ensino presencial, em função das distâncias geográficas e diferenças regionais, culturais, econômicas. Com este propósito de democratizar o acesso à Educação e ao conhecimento no Brasil, a “Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9394/96) promulgada em 20 de dezembro de 1996 prevê a implantação gradativa da Educação a Distância (EaD) no sistema Nacional”.
A EaD é uma modalidade educativa que caminha para a democratização do saber e amplia oportunidades de acesso ao conhecimento, felizmente já podemos observar esforços públicos e privados no sentido de criar consórcios e promover um grande debate visando organizar os pressupostos teóricos e práticos para podermos avançar na estruturação de uma grande rede de EaD, possibilitando assim queimarmos etapas e levando educação a todos os cantos deste nosso país continental, certamente temos muito caminho à frente, mas sempre poderemos olhar para trás e verificar o longo caminho que já percorremos.


REFERÊNCIA
APARICI, R. Mitos de la educación a distancia y de las nuevas tecnologías. In: MARTÍN RODRÍGUEZ, E. et. al. La educación a distancia en tiempos de cambio: nuevas generaciones vejos conflitos. Madrid: De la Torre, 1999, p. 177-192
ARREDONDO, S. C.; GONZÁLES, J. A T. Acción tutorial em los Centros Educativos: Formacion y Práctica. Madrid: Faster, 1998
BRANDE, Lieve Van den. Flexible and Distance Learning. Londres: John Wiley & Sons, 1993.
CASSOL P. M. O Intercâmbio do Saber. Florianópolis, 2002. Dissertação
(Mestrado em engenharia) Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina.
FERREIRA, M.M.S. e REZENDE. R.S.R. O trabalho de tutoria assumido pelo Programa de Educação a Distância da Universidade de Uberaba: um relato de experiência. 2003. Disponível em: www.abed.org?seminãrios2003/testo19.htm. Acesso em 13 de março de 2004.
GARCIA ARETIO, Lorenzo. Educación a distancia hoy. Madrid: IUED, 1996.
NEDER, M. L. C. A formação do professor a distância: diversidade como base conceitual. Belo Horizonte, 1999. Tese ( Doutorado ), Universidade Federal de Minas Gerais.
PRETTI, Orestes. Educação a distância: construindo significados. Cuiabá: NEAD/IE, UFMT, 2000.
RODRIGUES, E. M. La Investigatición sobre educación a distancia el ámbito iberoamericano: sus características, avances y retos. In Revista iberoamericana de Educación Superior a Distancia, vol.1, octubre, 1997.
SÁ, I. M. A. A educação a distância: processo contínuo de inclusão social. Fortaleza: CEC, 1998.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

....Hoje, dia 05 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Dia do Meio Ambiente: Pensar.Comer.Conservar
Hoje, dia 05 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Ele começou a ser celebrado em 1972, no dia da abertura da Conferência de Estocolmo, e logo se tornou um meio das Nações Unidas para estimular a consciência global sobre o meio ambiente e encorajar iniciativas. Com a comemoração, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) pretende sensibilizar as pessoas sobre os problemas do meio ambiente e fazer com que todos percebam a sua responsabilidade e também seu potencial em se tornar agentes pelo desenvolvimento sustentável e igualitário.
Neste ano, o tema escolhido foi Pensar.Comer.Conservar – Diga não ao desperdício, que visa diminuir a grande quantidade de alimentos próprios para o consumo que é desperdiçada por consumidores e comerciantes. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) mostram que 1,3 bilhão de toneladas de comida são jogadas fora por ano. Isso equivale ao produzido na África Subsaariana no mesmo período. Uma em cada sete pessoas no mundo passa fome, e mais de 20 mil crianças com menos de cinco anos morrem todos os dias por conta da desnutrição.
O tema escolhido também incentiva as pessoas a pensar no impacto ambiental das suas escolhas referentes à alimentação, pois o desperdício de alimentos consome recursos naturais e contribui para impactos negativos no meio ambiente. Por esta razão oconsumo consciente e responsável é tão importante e para isso precisamos estar sempre informados. Abaixo, listamos algumas dicas que você pode adotar no seu dia a dia para evitar o desperdício:
- Antes de ir ao mercado, faça uma lista com os produtos que precisa e que serão usados.
- Se vai usar uma quantidade pequena do produto, escolha uma marca que ofereça a menor embalagem. Caso não encontre, você pode dividir com os vizinhos.
- Compre produtos que utilizem poucas embalagens.
- Dê preferência para mercados locais, pois eles utilizam menos transporte, emitindo menor quantidade de gases poluentes.
- Guarde os restos de alimentos do dia anterior e procure maneiras criativas de cozinha-los no dia seguinte. Mas lembre-se de armazena-los de maneira correta, e fique atento ao período que estão na geladeira.
Além disso, inclua no seu cotidiano a reciclagem, a redução de água e energia, utilize produtos que reduzem o consumo de recursos e leve sempre a sacola de casa quando for ao supermercado. E não se esqueça: é importante pensar antes de comer e, assim, ajudar a conservar o nosso meio ambiente.

Fontes: UnepPnuma  e Vitae e Civilis 
Foto: sxc.hu


terça-feira, 3 de junho de 2014

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Caique Castelani
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